01 novembro, 2010

Teu nome sagrado, teus olhos perversos, tua boca singular, teu toque singelo.
Trouxes a mim, a imensidão da felicidade.
Redescobri em teu sexo, uma nova forma de amar.
De longe a amargura me tirou o sono.
Fez de mim insana, apunhalou as minhas costas, trouxe-me sofrimento.
No seu retorno, só vejo corpo. Deixastes o espírito com a angústia?
Onde te encontras agora?
Relapsos do meu sonho trazem, em momentos, raros sorrisos no meu rosto.
Onde te escondes minh'alma?
A tua fria voz, arrebata minha angústia de viver com teu físico.
Onde estás o meu amor?
Traga-o de volta, ou fuja para sempre com teu corpo.
Necessito não só do sexo, necessito da tua aura.
Trago a ti coração o imundo gosto do desprezo de uma mulher.
Trago a ti o gosto amargo do amor.
Trago a ti o sofrer de querer o teu amor e não ter.
Trago a ti coração o gélido desprazer de viver, de enaltecer alguém que não te ama.
Sofra coração, aprenda! Ignore toda a tua agonia.
Engole este ardor, deixe que o fogo da tristeza queime dentro de ti.
Aprenda!
Compreenda que o amor não é para sempre.
Acorda coração, viva! Pois o mundo dos desejos te aguarda.
Gaste seu rancor, distribua o seu amor as imundices da luxúria.
Queria me sujar um pouco com as reles traiçoeiras, dessa forma sentiria o gosto de pecar e não sofrer por um amor!

29 agosto, 2010

MFFCP

Precisou de pouco tempo pra tomar conta dos meus pensamentos. Chegou sem avisar,bem devagar, despertou em mim um grande sentimento. Me fez mudar, me apaixonar, e relembrar que posso compartilhar, reiventar, sonhar, e porque não,amar a alguém que me faz tão bem. Obrigada amor, pois você chegou e revitalizou todo o meu humor, obrigado amor,agora estou ao teu dispor.

http://www.youtube.com/watch?v=7dgwpnIFLIU&feature=related

02 junho, 2010

De hoje em diante

Que delícia seria reviver e não sentir curiosidade a ponto de interromper aquilo que chama-se amor...
Ha vestígios do passado, os que fazem sorrir e aqueles que derramam lágrimas seja lá onde for.
Nos damos conta que quem vive conosco também se dá conta do limite posto a cada fase da vida.
As vezes torna-se tarde voltar e refazer ou então renovar e viver, as vezes torna-se necessário viver para crescer e então esclarecer e permanecer no breve e imenso porto.
Viver na boemia ou na calmaria?
Viver!
E o quê que há com aquele coração que ama, que implora e chora, aquele que revigora,mas se apavora?
Conitua batendo coração, pois de tanto tu sofrer, acabou  virando um tango sem fim. Bate, pois quem sabe retorne a bossa nova ou então te embala ao jazz?!